No próximo final de semana teremos a sambista Teresa Cristina cantando o repertório de Roberto Carlos. Com certeza não podemos considerar um samba, mas é interessante ver cantoras que somos acostumados a ouvir cantando determinado ritmo, mostrando sua desenvoltura longe de sua praia.
Tudo aconteceu quando em janeiro de 2011, Teresa Cristina foi uma das artistas convidadas do grupo de rock Os Outros para um show. O único pedido feito por Teresa foi que tocassem juntos a canção Do Outro Lado da Cidade, do repertório de Roberto Carlos. O sucesso daquela noite fez com que decidissem criar um para homenagear o repertório de Roberto Carlos, e se divertir com ele.
O show promete arranjos de rock misturados à doce voz da sambista, fato costumeiro para a cantora que em diversas entrevistas já revelou que era muito chegada neste tal de Rock And Roll e no Soul. E prá quem esperar um repertório recheados de sucesso do Rei, podem contar também com canções menos famosas, mas não menos “obras primas”.
Quem: Teresa Cristina e Os Outros cantam Roberto Carlos
Ela é mais um destes novos talentos do samba, que ganham destaque rapidamente, mas que ao mesmo tempo não consegue ser consistente em todos os seus trabalhos.
Mart'nália começou sua carreira muito antes do que muita gente sabe, gravou em 1987 seu primeiro álbum e não obteve grande sucesso, e realmente o trabalho não merecia muita atenção. Em 1997 lançou "Minha cara" que já possuía algumas boas composições, mas ainda sem o suíngue e balanço que a consagrou.
Foi quando em 2002 Caetano Veloso se tornou o diretor artístico do seu álbum "Pé do meu samba", uma faixa título composto também por Caetano. E foi este álbum que projetou a cantora que em 2004 fez muito sucesso com seu álbum "Ao Vivo".
No álbum seguinte, "Menino do Rio", foi Maria Bethânia que produziu e colocou Mart'nália como uma cantora com a voz do Rio de Janeiro. E daí prá frente a compositora emplacou sucessos e mais sucessos, mesmo com seus últimos álbuns sem a mesma alegria dos acima citados.
Independente de avaliações, sem dúvida Mart'nália é uma das grandes expoentes do samba e seu show é imperdível, sempre com uma percussão de primeira e samba no pé. E neste final de semana a cantora apresenta repertório do CD Mart’nália em África, que traz suas influências musicais a partir de suas andanças pelo continente africano. Confira!
Bom dia! Nesta semana um dos grandes expoentes de São Paulo mandou um recado/convite aos amantes do samba, e faço por bem divulgar. Magnu Souza é integrante do Samba da Vela, do Quinteto em Branco e Preto e um dos grandes agitadores culturais da cidade.
Bumbo de Bamba São Paulo é Samba
Quarta, 18 de Agosto - Daremos continuidade ao 2º samba na roda, ou seja, roda de conversa, debatendo as experiências e diversidade do samba paulistano e também de vários aspectos da cultura popular. Venha participar!!!
Sesc Pinheiros às 19h.
18/08 - Quarta *Osvaldinho da Cuíca - Sambista, Pesquisador, Compositor *Moisés da Rocha - Radialista e Sambista *Olga Von Simson - Escritora e Pesquisadora
O grande destaque deste mês é o show da Teresa Cristina em São Paulo, lançando o seu DVD Melhor assim no Sesc Pinheiros nos dias 17 e 18/04, e é bom correr que os ingressos acabam rápido!
Carioca, portelense e vascaína. Teresa Cristina já passou por profissões como: manicure, fiscal do Detran, auxiliar de escritório, vendedora de cosméticos a domicílio, programadora de rádio pirata na UERJ. Rainha absoluta nas madrugadas do Semente e do Carioca da Gema, na Lapa - pontos altos da madrugada do Rio - é saudada pelos bambas como dama de ouro da nova geração, e pelos fãs como dona de um estilo difícil de explicar, mas fácil de gostar.
Teresa se descobriu cantora e compositora tarde, aos 29 anos. Filha de feirante, antes da música seguiu rotina de menina pobre. Pequena, Teresa dava risada do gosto musical do pai, quando ele ensacava limão ao som de Candeia, Roberto Ribeiro e "Índia" (73), de Gal Costa. Segundo declarações da própria cantora: “Só mais velha comecei a gostar de samba, a partir do pagode dos anos 80, de Zeca Pagodinho e Almir Guineto”. Uma grande afronta para quem compara o ritmo do pagode à explosão pop brega que aconteceu nos anos 90 com grupos como Raça Negra, Molejo e etc.
A carreira de Teresa Cristina começou em 1998, quando ela reuniu os músicos Bernardo Dantas, João Callado, Pedro Miranda e Ricardo Cotrim com o objetivo de fazer um show em homenagem a Candeia. O projeto acabou não acontecendo, mas, naquele mesmo ano, ela começou a se apresentar no Bar Semente (Lapa-RJ), que acabou dando nome à banda que a acompanhava, estreando sua programação noturna. O sucesso no Semente foi tanto que Teresa Cristina passou a cantar em outras casas noturnas da Lapa, como o Carioca da Gema e o Centro Cultural Carioca, para um público cada vez maior, transformando o bairro num pólo de atividades culturais e num dos locais de maior visibilidade da noite carioca.
O reconhecimento da crítica veio com a gravação do primeiro CD, A música de Paulinho da Viola, uma homenagem aos 60 anos do compositor. Em 2004 Teresa gravou seu segundo CD, sempre acompanhada do Grupo Semente, A vida me fez assim, sua estreia como compositora e em 2005 lançou seu primeiro CD e DVD ao vivo, O mundo é meu lugar, gravado no Teatro Municipal de Niterói.
Em 2007 lançou seu primeiro CD pela EMI Music, Delicada, passando de cantora independente a um dos grandes pilares do samba. Neste ano Teresa lançou o segundo DVD ao vivo de sua carreira, Melhor assim, gravado em outubro de 2009 no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro. O DVD traz a participação dos grandes nomes da música brasileira, Caetano Veloso, Lenine, Seu Jorge, Arlindo Cruz, Marisa Monte e Pedro Baby e uma surpresa muito especial: a participação de D. Hilda, mãe de Teresa, na música Orgulho.
O canto de Teresa Cristina, apesar de impregnado de referências - tem um pouco da elegância sutil das pastoras portelenses, da naturalidade de Clementina e da força de Clara Nunes - impressiona mesmo pela personalidade e delicadeza com que leva o samba ao íntimo de cada um de nós. Presença tardia no mundo do samba, veio preencher um vazio e mudar o pensamento comum de que não existem mais grandes cantoras de samba, ou de que estas não encontram espaço em um espaço supostamente machista. Timidamente, Teresa, buscou e conquistou seu espaço abençoada por seus padrinhos da Velha Guarda da Portela.
Primeiro apareceu no quintal da Tia Surica, onde firmou amizade com monstros do samba como Seu Jair do Cavaquinho , Argemiro, Casquinha e Monarco, que costuma dizer: "esta menina é coisa nossa, coisa muito séria". Depois assumiu as noites de sábado no Bar Semente, na Lapa. O bar não tinha um movimento forte, assim como a própria Lapa. Com o excelente grupo Semente, que, como ela, é um representante legítimo da tradição do samba, a casa se tornou referência de boa música e Teresa Cristina foi colocada como a Diva da Lapa, no renascimento que faz do bairro o principal ponto de encontro dos cariocas e turistas.
Teresa é conhecida e respeitada por todos, não apenas pela sua voz, mas pela maravilhosa compositora que é - quem for ouvi-la deve prestar atenção em sua músicas. Ao vê-la pela primeira vez tive a impressão de estar diante de uma divindade, como se a mesma flutuasse com sua voz pelo palco e com uma eterna reverência e respeito ao samba. Quando ela está cantando Candeia, ao mesmo tempo ela está conversando e pedindo licença para o velho partideiro. Quando ela lembra um samba de Jair do Cavaquinho, é como se ela estivesse sentadinha ao lado de uma roda de bambas apenas observando e aprendendo.
Diferentemente de outras cantoras que se aventuram a cantar samba sem nunca ter ido à fonte, Teresa Cristina aprendeu tudo na matriz. Talvez por isso o seu canto seja diferente. Não é o cantar da boca para fora, mas o canto que vem da alma e do coração, como o próprio samba. Teresa é a mais pura voz do universo do samba e a nova majestade na linha direta de Dona Ivone Lara, Clementina, Clara, Elizeth e outras grandes intérpretes.
"Os tempos idos, nunca esquecidos Trazem saudades ao recordar É com tristeza que relembro Coisas remotas que não vêm mais Uma escola na Praça Onze Testemunha ocular E, perto dela uma balança Onde os malandros iam sambar" Carlos Cachaça e Cartola
No embalo deste samba acontece um dos destaques desta semana no samba. Como testemunhas oculares deste tempos idos, surgem no palco o vigoroso Monarco e o inquieto e sensível Elton Medeiros. Dois verdadeiros "monstros" da história do samba contemporâneo.
Elton Medeiros merece um post a parte tamanha sua grandiosidade e importância, mas em suma foi parceiro de Zé Ketti, Cartola e Paulinho da Viola. Precisa algo mais? Confira o show do mestre na caixinha de fósforo em uma das suas poucas canções clássicas do samba:
Monarco é a principal voz viva da Portela e um standart do samba popular e de escolas de samba. Este ainda contará com o apoio de ninguém menos que Fabiana Cozza, ao meu modo de ver a maior cantora de samba atual.
O show acontece no sábado e domingo no Sesc Pinheiros, e presta homenagem aos centenários de Cartola (2009) e Noel Rosa (2010), com destaque para três referências: o samba "Tempo Idos" de Cartola e Carlos Cachaça, "Feitio de Oração", de Noel Rosa e Vadico e "Nossos Pioneiros" de autoria de Monarco. Além deles, o repertório inclui Pixinguinha, Ismael Silva, Bidê e Marçal, entre outros.
Quem: Elton Medeiros, Monarco e Fabiana Cozza Quanto: R$20 inteira Quando: 13 e 14/03 Onde: Sesc Pinheiros Horário: 21h e 18h respectivamente
PS: Elton Medeiros estava na programação do Sesc, mas não está mais no site. Presença a ser confirmada.
Neste final de semana o samba abre suas asas e nos traz excelente opções.
Amanhã a grande surpresa será a presença do Monarco no Anhanguera Dá Samba, conforme post abaixo, e ainda teremos o show do Almir Guineto no Traço de União.
No sábado e domingo, há três excelentes shows que estão nos posts abaixo: PC Pinheiro, Francis Hime e Clécia cantando Roque Ferreira. Sem contar as rodas de samba tradicionais que também podem ser conferidas na lateral direita do blog.
Opções não faltam e o samba não pára. Salve a cervejinha, o cavaquinho e todos os "inhos" relativos ao samba.
Esta semana além do destacado show de Paulo Cesar Pinheiro, teremos o show de outro grande compositor da música brasileira e conseqüentemente do samba. O show acontecerá no Sesc Pinheiros neste sábado e domingo com ingresso custando R$ 20 inteira(R$ 10 reais meia entrada). Uma pechincha para um artista como Francis que comemorará no espetáculo os seus 70 anos.
Musicista e orquestrador de primeira, Francis Hime estudou piano desde os 6 anos de idade, no Conservatório Brasileiro de Música. Em 1963, começa a sua parceria com Vinicius de Moraes, com quem compôs inúmeras canções, tais como: "Sem mais adeus", "Anoiteceu ", e outras. Nessa época, começa também a compor com Ruy Guerra. Participou de vários festivais de música nos anos 60, quando suas canções foram cantadas por nomes como Elis Regina e Roberto Carlos.
Em 1969, foi para os Estados Unidos, onde ficou 4 anos estudando composição, orquestração e trilhas para filme. De volta ao Rio, em 1973, grava seu primeiro disco para a Odeon. Nessa época, sempre escrevendo a música, ele começa a compor com quem se tornaria seu mais importante parceiro: Chico Buarque. Junto fizeram grandes sucessos, tais como: "Atrás da porta", "Trocando em miúdos", "Meu caro amigo", "Pivete", "Passaredo", "Amor barato", "A noiva da cidade", "Embarcação", "Vai Passar".
Francis Hime e Chico Buarque
Conhecido como um dos mais talentosos compositores do Brasil, Francis é especialmente dotado por uma versatilidade em compor sobre vários ritmos brasileiros, escrevendo sambas, frevos, modinhas, calangos, choros, etc. Com isto alcançou diferentes intérprete para suas composições como Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa, Ivan Lins, Djavan, Tony Bennett, Bill Evans, Kenny Burrel, Lany Hall, João Bosco, Lenine, Beth Carvalho, Nara Leão, Elizete Cardoso, Toquinho, Zélia Duncan, Joyce, Adriana Calcanhoto, Paulinho da Viola, , Georges Moustaki, etc.
Fabiana Cozza canta Francis Hime e Chico Buarque
Francis Hime é compositor, cantor, pianista, arranjador e maestro de primeira. Representante da geração de compositores surgida no Brasil, desde o fim da década de 1920 (quando foram lançados os jovens Noel Rosa, Ary Barroso, Lamartine Babo, e tantos outros), Francis Hime assumiu o papel de um dos principais protagonistas da música popular brasileira a partir da primeira metade dos anos 60. Sem dúvida seria difícil escrever a história da música brasileira nas últimas décadas sem dar a Francis Hime um destaque especial.
Francis Hime
Se o Brasil é uma confluência de ritmos, a todos estes ritmos brasileiros, Francis empresta seu inspirado refinamento e deles toma emprestado a vitalidade e a beleza. Pois Francis Hime assim como Villa-Lobos, Radamés Gnatalli, Tom Jobim e Luizinho Eça, tem o domínio da técnica que consegue transformar os ritmos simples em elaboradas melodias com orquestrações únicas.
Francis é a fusão definitiva entre o popular e o erudito na música brasileira. Vida longa ao maestro.
Quem: Francis Hime comemora 70 anos de carreira Quando: 27 e 28/02 Quanto: R$ 20 inteira Onde: Sesc Pinheiro
Dando continuidade ao post iniciado ontem, hoje é dia de apresentar os shows e sambas pela cidade.
Na lateral direita do blog, como de praxe, poderão ser vistos alguns dos shows que acontecerão no mês de fevereiro que já estão sendo divulgados. O mês de fevereiro, devido ao carnaval, acaba perdendo um pouco a quantidade de shows de samba, devido ao envolvimento que os artistas e toda população brasileira tem com a grande festa.
O grande destaque do mês, sem dúvida, é o show do raríssimo Paulo Cesar Pinheiro. O artista é, na minha opinião, um dos maiores letristas de samba vivo, junto a Chico Buarque, Aldir Blanc e alguns outros poucos expoentes. Paulo Cesar Pinheiro é parte viva do samba e parceiro de artistas como João Nogueira, Baden Powell, entre outros. Ao longo de mais de 50 anos de carreira, tem mais de 700 músicas gravadas por todos grandes intérpretes do samba. Letrista de primeira e um dos grandes defensores do samba o artista se apresenta no Sesc Pompéia. Imperdível!
Outros destaque da programação é o show do Francis Hime. O maestro Francis Hime possui mais de quinze discos e dvds lançados. É parceiro de grandes nome da música brasileira, como o prório Paulo Cesar Pinheiro, Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Paulinho da Viola e outros. Entre suas composições, destacam-se aquelas feitas em parceria com Chico Buarque, tais como: "Vai passar", "Atrás da porta", "Luíza", "Trocando em miúdos". Clássicos da música brasileira e do samba.
Para os chorões, a agenda do samba também se estende por diversos choros pela cidade, como no Sesc Santana ou no Auditório Ibirapuera. Além disto haverão show da Dona Inah, Samba da Vela, Guinga, Kiko Dinucci e demais shows que acontecerão e surgirão pela semana.
Outra novidade poderá ser conferida amanhã no blog, com o surgimento de um novo tópico em substituição ao de ensaios do carnaval. A partir de amanhã o Samba Cidade apresentará também os sambas que ocorrem periodicamente pela cidade e que não tem destaque nos posts semanais.
Saí já com a intenção de ir pro samba. Afinal de contas era sábado, o frio não dava paz e a chuva caía com as gotas geladas deste fim de inverno paulistano.
Passei pelo samba no centro, no já famoso Você Vai se Quiser, onde comprei o novo CD da Graça Braga - uma das intérpretes do samba junto com Batata e Tito - e gravei duas belas canções que disponibilizo abaixo.
O destino final era o samba no Sesc Pinheiros, o esquenta valeu a pena, mas a noite ainda ferveria com o show da Família Diniz.
O show começou com Monarco cantando clássicos como "Coração em desalinho", "Portela desde que eu nasci", "Vivo isolado do mundo" e "Corri prá ver". Logo em seguida a neta Juliana Diniz e sua doce voz entoou sucessos da Velha Guarda da Portela, num repertório bastante parecido com a de Marisa Monte, com músicas como "Volta meu amor" e "Esta melodia".
O próximo convidado foi o filho mais velho de Monarco, Mauro Diniz, que também mostrou que tem cançoes conhecidas como "Madureira", "Menor Abandonado" entre outros. E em seguida o filho mais novo, Marcos Diniz, que mostrou todo seu lado jocoso interpretando "Dona Esponja", "Parabólica", "Comunidade Carente" e "Caviar".
No final, como não podia deixar de ser todos se reuniram para cantar sucessos da Portela. E é este vídeo que divido com os blogueiros. Um show que pode parecer de desconhecidos mas que traz grandes sucessos do samba contemporâneo.
Salve Portela, salve Madureira e salve esta família de sambistas de primeira.
Falarei esta noite de um show no próximo final de semana. Final de semana que estará repleto de boas atrações e que melhoram o clima frio da cidade.
Trata-se do encontro da família Diniz, capitaneada pelo mestre Monarco, um dos baluartes da Portela e sambista de primeira.
O show reúne quatro gerações de sambistas da família Diniz – Monarco, Mauro Diniz, Marcos Diniz e Juliana Diniz- que nasceram no subúrbio carioca de Oswaldo Cruz, no Berço da Portela.
Monarco da Portela (Hildemar Diniz), começou a freqüentar o Terreiro da Portela aos 11 anos de idade, e desde então participa ativamente da Portela, onde seus filhos netos seguem a tradição do avô. Atualmente Monarco ao lado do seu parceiro Casquinha são as vozes principais da atual formação da Velha Guarda da Portela. Autor de sucessos como: Coração em Desalinho, Lenço.
Mauro Diniz é um compositor atual e parceiro de bambas como Arlindo Cruz, Jorge Aragão e Sombrinha, e tem o sucesso Madureira tocando em todas as rodas. Marcos Diniz é membro do "Trio Calafrio" e autor de sucessos e tem suas composições costumeiramente gravadas por Zeca Pagodinho, como "Conflito", "Dona Esponja". Já Juliana vem se firmando no cenário do samba.
O show será no SESC Pinheiros no sábado e domingo. Imperdível!
Quem: Monarco, Marcos, Mauro e Juliana Diniz. Quando: 25 e 26 de julho Quanto: R$ 20 - inteira Onde: Sesc Pinheiros Horário: sábado 21h e domingo 18h
Segue uma longa entrevista, mas que dá uma boa dimensão do que teremos.